Em um mercado altamente competitivo, a tentação de reduzir custos na logística comprando pallets “genéricos” ou fora do padrão (sem certificação PBR ou fora das especificações da NIMF 15) é grande. No entanto, o que parece economia imediata pode se transformar em um custo oculto gigantesco, minando a eficiência e a segurança da sua operação.
O custo de um pallet não é apenas o preço de compra. É o Custo Total de Propriedade (TCO), que inclui riscos, perdas e a ineficiência operacional.
1. Perda de Carga e Sinistros
O impacto financeiro mais evidente, porém mais subestimado, é o risco de perda total ou parcial da carga.
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Ruptura Estrutural: Pallets genéricos utilizam madeiras de baixa densidade ou pregos insuficientes. Isso pode levar à quebra súbita da estrutura durante a movimentação (capacidade dinâmica) ou em empilhamento (capacidade estática).
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Custo: Prejuízo total da mercadoria, custo de descarte, tempo de inatividade para limpeza e, em casos extremos, danos à empilhadeira ou ao racking.
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Instabilidade no Transporte: Pallets com dimensões irregulares ou tortos dificultam o stretch film (filme stretch) e a correta amarração.
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Custo: Avarias por tombamento durante o transporte e recusa de recebimento pelo cliente final.
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2. Ineficiência Operacional e Perda de Tempo
A não padronização afeta diretamente a velocidade e a automação do seu armazém.
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Dificuldade de Movimentação: Pallets fora do padrão PBR ou com entradas irregulares forçam o operador da empilhadeira a manobrar mais lentamente.
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Custo: Redução da produtividade por hora, aumento do consumo de combustível ou eletricidade da empilhadeira e atrasos nos turnarounds.
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Problemas em Sistemas Automatizados: Em armazéns com transelevadores ou transportadores automáticos (conveyors), um pallet milimetricamente fora do padrão pode travar todo o sistema.
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Custo: Parada total da linha de produção/armazenamento, horas de manutenção corretiva e potencial dano ao equipamento de automação.
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Desperdício de Espaço: Pallets com dimensões incorretas não otimizam o encaixe em caminhões, racks ou contêineres, deixando “espaços mortos”.
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Custo: Aumento do número de viagens necessárias (mais frete) e subutilização do espaço vertical no armazém.
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3. Custos de Não Conformidade e Reputação
O uso de pallets não certificados em operações internacionais ou em setores regulamentados gera riscos legais e de imagem.
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Retenção na Alfândega (NIMF 15): Pallets de madeira sem a marcação HT ou com marcações falsificadas são retidos ou devolvidos.
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Custo: Multas, demurrage (taxa de contêiner parado), custos de retorno da carga e, pior, perda do cliente internacional.
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Risco de Higiene: Em setores como o alimentício ou farmacêutico, um pallet de madeira genérico, sem controle de umidade e qualidade, pode ser um vetor de contaminação.
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Custo: Perda de certificações setoriais (como as da ANVISA) e graves danos à imagem da marca.
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Maior Taxa de Reparo e Descarte: Pallets de baixa qualidade têm uma vida útil muito curta e precisam ser reparados ou substituídos com frequência.
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Custo: Aumento dos custos de manutenção, compra recorrente de novos pallets e mais despesas com descarte.
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O pallet “genérico” oferece apenas o custo mais baixo na hora da compra. O pallet padrão e certificado, por outro lado, oferece um investimento em segurança, eficiência e previsibilidade.
Escolher um fornecedor de confiança, como a Pallet Campinas, que trabalha com especificações rigorosas e certificações (como PBR e NIMF 15), significa que você está protegendo sua mercadoria, acelerando seu throughput e evitando os custos ocultos que podem consumir sua margem de lucro.
Não troque a segurança e a eficiência por uma economia falsa.
Entre em contato com a Pallet Campinas e solicite uma consultoria para avaliar o Custo Total de Propriedade (TCO) da sua solução de paletização, garantindo que você utilize a melhor opção para a rentabilidade da sua logística.

